Poesia, música em piano e fotografia. Tudo assim: muito simples, que simples é muito melhor.

Simplicidade acima de tudo

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O que se escreve

Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Venho, hoje, lançar um desafio a todos os que visitam este blogue, mais em especial para aqueles que são entendidos no que toca ao webdesign ou que conhecem alguém com conhecimentos nesta área. ( :

 

O desafio consiste, então, no seguinte:

 

Editar o design este blogue, tendo por base os conceitos-chave

-simplicidade;

-sentir;

-os cinco sentidos; e

-poesia.

 

Tudo isso assim de muito boa-vontade, sem custos monetários para mim, com a vantagem da divulgação do nome do (web)designer como tal neste blogue - porque eu não percebo nada disto e a ajuda far-me-ia imenso jeito!

 

Caso haja alguém interessado, peço o favor de comunicar para o e-mail que se encontra na coluna direita do blogue (em "Contacto"), de preferência com a descrição daquilo que tem em mente. (não anonimamente, já agora)

 

Desde já agradecido,

 

Pedro Mendes

 


Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Gravei mais duas músicas da minha autoria. Claro que com uma péssima qualidade, porque uso a minha máquina fotográfica para tal.

 

Uma, que coloquei aqui no blogue, junto com a 'Circles', intitula-se de 'La chanson que les oiseaux chantaint se perdre avec le temps'. Não sei se o francês estará correcto, mas pela minha pesquisa, penso que sim. Ainda assim, a tradução para português será algo como 'A canção que os pássaros cantam perde-se com o tempo'.

 

 


Sexta-feira, 04 de Setembro de 2009

O tempo pára. Olho para trás.

O que fiz, o que fui, o que vivi,

Tudo ténue como uma névoa matinal,

Tão longe e, contudo, tão perto,

Reflecte-se em mim como a noite escura.

E o que fui, o que fiz e o que vivi

Volta a mim, voando dali para aqui,

Onde o tempo parou e, onde me encontro agora,

Volta palpável como a água, e sinto-me certo

Que se não vai embora...

Eu, num parque infantil em Braga, a 23-05-2008

Foto tirada por Cátia Graça

 

Nota: Poema escrito a 18-01-2009, faz parte de uma espécie de "trio" de poemas - Espelho passado, Espelho presente e Espelho futuro. O passado, por mais que não queiramos, volta-nos sempre à mente, uma vez por outra.

Pedro Simão Mendes às 10:10

Domingo, 30 de Agosto de 2009

Num fatigante, fatídico e fatífero dia, a Filomena, na sua fátua fatiota, fugiu da família, para a Finlândia, a fim de frutificar a sua febril capacidade farmacêutica de fabricar fecundos fármacos que facilitam a fogosidade debaixo dos lençóis.

Formou família com o Filipe. Fortunearam e, felizmente, foram felizes.

 

 

 

Nota: Escrito em 14-02-2009, este é mais um daqueles textos espontâneos.

Foi utilizado e adaptado pelo grupo de teatro que frequentei (e, se tudo correr bem, frequentarei), T.J.V. [Teatro Já Vai (2º nível)] da Escola Secundária Alberto Sampaio, para a sua peça de teatro, "Porque é que não vais dar uma volta para espairecer?" apresentada no auditório da dita escola, a 2 e 4 de Junho.


Domingo, 16 de Agosto de 2009

Embora a luminosidade tivesse diminuído, não se movera nem um milímetro. Não sentia medo, nem sequer receio. Estava ali, sozinha, com ele, naquele beco imundo. Deixou-o aproximar-se. Atentou na maneira como olhara para a sua bolsa – era óbvio o que ele queria. Quando estavam próximos o suficiente, ela estendeu-lha. Surpreendido, perguntou:

-Só isso?

-Não! – Exclamou, aplicando uma joelhada nas partes baixas do cretino que acabara de tentar assaltá-la. Sim, tentar, pois afinal, as aulas de defesa pessoal do ano anterior mostraram-se úteis. O seu pai estava enganado, portanto.

Afastou-se dele, que estava caído no chão, quase inconsciente. Saiu devagar, olhou em volta. Apanhou um táxi, pois dali a uma hora encontrar-se-ia com alguém: era um encontro.

 

 

Nota: Um dos meus trabalhos mais recentes, escrito a 27-07-2009. Um dos tais textos nonsense, que nem sei bem o que são. Escrevo-os espontaneamente, simulando situações imaginárias, cheias de história, da qual apenas conheço uma pequena parte, que transcrevo da minha mente para o papel.