Poesia, música em piano e fotografia. Tudo assim: muito simples, que simples é muito melhor.

O que se escreve

Sábado, 25 de Setembro de 2010

 

Grafo o futuro a meia-luz

Mas não antevejo coisa nenhuma.

 

A alma pesa-me como uma cruz

Embora se pareça uma pluma

 

Que se eleva, em alvoroço,

E cai num invertido poço.

 

O meu coração não é torto.

Mas que lástima já estar morto!

 

28.06.2010

Pedro Simão Mendes às 12:11